Mostrar mensagens com a etiqueta google. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta google. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Notificações por SMS no Google Calendar 2

Já alguns meses atrás, escrevi um post que relatava a experiência de receber notificações do Google Calendar no telemóvel sem qualquer custo.
Na altura pedi a um colega meu para experimentar esta funcionalidade com a operadora dele, a Vodafone. Segundo o que me disse, as mensagens de notificação foram cobradas pela operadora.

Mas como estas coisas costumam ser muito dependentes dos caprichosos desejos das operadoras e dos seus tarifários, decidi-me a experimentar com a minha operadora, a TMN.

O processo de activação da notificação por SMS é bastante acessível. Para começar, é necessário ir a Definições > Notificações (Settings > Notifications caso tenha o interface em inglês) escolher o país, preencher o número de telemóvel e pedir para que o código de confirmação seja enviado. Poucos segundos depois, minutos no pior dos casos, deverá receber uma mensagem com um código que terá que inserir na página, no campo que diz código de confirmação.
Feito!

Agora só precisa de escolher que tipo de notificação será enviada por SMS; contudo é importante avisar que só os eventos que estão na agenda principal (a que tem o nome do utilizador) é que serão notificados. Todos os eventos em agendas complementares ou subscritas não suportam qualquer tipo de notificação.

Como nota final, aconselho a que cada pessoa, interessada nesta forma de notificação do Google Calendar, teste para ver se a sua operadora está ou não a cobrar pelas mensagens de notificação antes de investir em força e de apanhar uma surpresa desagradável no final do mês ou quando acabar o saldo.

terça-feira, outubro 31, 2006

Google devora +1: JotSpot

A saga de aquisições da Google parece não querer parar. Depois da aquisição faraônica do YouTube pela Google por uns "míseros" 1,65 mil milhões de dollars (mais milhão, menos milhão), ontem foi divulgada a compra da JotSpot pela Google.

A JotSpot é uma empresa, do chamado web 2.0, com bastante sucesso e que se dedica à criação de Wikis, tanto para empresas como para pequenos grupos, com elevada vertente colaborativa.

O objectivo desta aquisição por parte da Google só pode ser o de reforçar o, informalmente chamado, "Google Office" com soluções que o tornem cada vez mais interessante para empresas. Mais, parece-me que o JotSpot poderá vir a interligar-se com facilidade nos actuais produtos da Google.
Como curiosidade, fiquem a saber que JotSpot usa o Yahoo Maps para apresentar locais. É de esperar que esse "defeito" seja corrigido rapidamente pela Google.

Esta notícia poderia ser interpretada como mais uma das muitas aquisições da Google, fim. Mas para mim teve particular interesse devido ao facto de, ainda 2ª feira, ter-me registado no JotSpot porque andava a investigar várias soluções de wikis grátis para pequenos grupos.
Inconscientemente, devo ter sido das últimas subscrições a serem feitas na era pré-Google. Ainda dizem que coincidências não existem...

sexta-feira, outubro 27, 2006

Google Calendar no Gnome Evolution

Ontem lá consegui actualizar a minha instalação do Ubuntu da versão 6.06 para a versão 6.10. Agora, umas 2-3 horas para actualizar o sistema, digamos que foi um pouco... monótono, até porque não há nenhuma opção nem para interromper nem suspender a instalação.

Mas este post não é sobre a minha, demorada, actualização do Ubuntu.

Com a actualização consumada, decidi explorar as novas aplicações e funcionalidades do Ubuntu 6.10. Enquanto dava uma vista de olhos no Gnome Evolution, lembrei-me que nunca tinha tentado configurar o Evolution para que fosse possível ver os meus calendários no Calendário da Google.

Após algum esgravatar, lá descobri. No Evolution, é preciso ir a Ficheiro > Novo > Calendário. De seguida é preciso que entre no Google Calendar e que vá às definições do calendário que pretende adicionar. De seguida, tem que localizar o botão verde que diz "iCal" na secção referente ao "Endereço Privado".

Google Calendar private links

Depois que tenha clicado no ícone verde, irá aparecer um diálogo com um endereço http (ver imagem seguinte). Tem que copiar o endereço que aparece.

Google Calendar private iCal link

De seguida no Evolution, tem que escolher como tipo de calendário "Na web" e colar na caixinha "URL" o endereço que copiou, substituindo http:// por webcal://, tal como na imagem que se segue.

Gnome Evolution: new WebCal

Já está, agora já deve conseguir ver no Gnome Evolution os seus eventos do seu calendário no Google Calendar.

O único problema, é que estes endereços de calendário disponibilizados pela Google são "read-only", ou seja, não é possível acrescentar novos eventos a partir do Evolution. Terei que investigar uma forma de contornar esta limitação.
Este tutorial pode ser facilmente adaptado para o Outlook, Sunbird ou Apple iCal, só é preciso ultrapassar as particularidades de cada programa visto que a parte referente ao Google Calendar é comum a todos.

quarta-feira, outubro 11, 2006

Google Office uma realidade

Sabia que era uma questão de tempo até que a Google integrasse o Writely, o processador de texto online que comprou no princípio do ano, com o Google Spreadsheet, um programa online para folhas de cálculo, essencialmente são rivais online do MS Word e MS Excel.

A Google integrou essas duas ferramentas no que chamou de Google Docs & Spreadsheets e aproveitou, no processo, para melhorar ambas as ferramentas. O ex-Writely passou a ficar com uma interface mais unificada com os produtos da Google, o ex-Google Spreadsheets passou a ter um melhor mecanismo para a gestão dos ficheiros produzidos nessa ferramenta.

Para além de esta integração ter trazido mais notoriedade a estes dois produtos da Google, esta manobra parece expressar um desejo de atacar a Microsoft na sua maior fonte de rendimento. Não, não estou a falar do Microsoft Windows, mas sim do Microsoft Office.
O suporte por parte da Google dos Open Documents, um formato de documento standard usado, entre outros, pelo Open Office, e que não sofre dos problemas de controlo proprietário e monopolista dos formatos usado no MS Office (.doc, .xls, .ppt, ...).

Agora só falta à Google adicionar uma ferramenta, online, semelhante ao MS PowerPoint. Visto que a Google está numa fase de compra de empresas, depois de ter comprada o YouTube por 1.65 bilhões de Dollars, quem sabe se eles não comprarão a Thumbstacks, Empressr ou TeamSlide.

sexta-feira, outubro 06, 2006

Chuva de novidades da Google

Nas ultimas duas semanas, a Google parece concentrada em mostrar trabalhar, oferecer coisas novas, um pouco como os políticos uns meses antes das eleições. Ao longo de estes dias, foram revelados novos serviços, face-liftings, acrescentos de funcionalidades, etc, com impacto para interessar um vasto leque de pessoas, e desta vez também para os programadores.

  • Google Reader: Muito redesenhado, o que permite ter um aspecto muito mais atractivo. Novas funcionalidades que facilitam a inclusão de novas subscrições, mais fácil partilha de notícias, e 2 opções de leitura de notícias (expandidas ou lista), entre outras. Por outro lado, tenho constatado que o sistema de etiquetagem das notícias (tagging) em muitos caso já não vai mostrando a lista de opções disponíveis à medida que se vai teclando, e quando ocasionalmente mostram, esta aparece no fundo da página desconexa da área da notícia.
    Uma ligeira regressão, que contudo não mancha a qualidade da actualização.Se for dos que preferia o aspecto anterior, a Google foi simpática ao ponto de permitir ao seus utilizadores reverterem para o aspecto anterior.

  • Google Groups:Esta quarta-feira, a Google lançou uma versão beta do seu novo sistema para grupos de Usenet, o Google Groups beta. O Google Groups era um dos serviços que mais precisava de um redesenho, muita informação condensada, a listagem das notícias eram irregulares, etc. Com esta nova versão, é possível alterar o aspecto do Google Groups com esquemas de cores diferentes, a gestão dos elementos do grupo é mais fácil e não requer tantos passos.
    Fora estas alterações de aspecto e de reorganização de interface, esta nova versão orienta o serviço mais numa direcção de um portal colaborativo para grupos. É possível criar páginas vinculadas ao grupo, uma espécie de Wiki, e agora já é disponível uma quota para a partilha de ficheiros dentro do grupo.
    Se o redesenho não bastasse, a inclusão de funcionalidades colaborativas extras transformam uma solução convincente para grupos.

  • Google Calendar: Agora é possível incluir informações como condições atmosféricas e fases lunares no calendário.

  • Google Talk: Aqui pouco a dizer, a não ser uma pequena alteração na política da Google mas que tem um impacto significativo. Agora o Google Talk já pode ser usado por quem possua mails que não sejam da GMail. Uma abertura do serviço.

  • SearchMash: Apesar de este site não ter nada no nome que indique alguma relação com a Google, ele pertence, de facto, à empresa dos 2 'o's.Este site parece ser a "caixinha de areia" da Google, o sítio onde fazem experiências no que diz respeito ao seu motor de busca, se bem que, aparentemente, estas se limitem à interface.
    Uma visita interessante, se considerarmos alguns dos pormenores presentes, tais como a reordenação dos resultados por parte do utilizador.

  • Google Accessible Search: A esta variação do motor de busca, dedicado a oferecer a maior acessibilidade possível a todos os utilizadores, sejam eles invisuais ou não, foi acrescentada a opção de pesquisa avançada para se aceder a opções de pesquisa mais minuciosas.

  • Google Gadgets:Os gadgets são pequenos componentes de javascript, e afins, que fornecem funcionalidades de relógios, calendários, jogos, notícias de diversos sites, uma listagem de mails, e mil e uma coisa. Estes gadgets são usados pelas pessoas que possuam a Homepage personalizada do Google onde podiam embutir estes gadgets na sua página.
    Agora, a Google disponibiliza esses gadgets para serem incluidos em qualquer página web.

  • Google Notebook: Adicionados um conjunto de funcionalidades a este serviço de anotações, tais como possibilidade de compartilhar "livros" de anotações.

Contudo, tal como já tinha dito, também existiram novidades interessantes para os programadores.

  • Google Code Search: Com esta ferramenta, a Google entra numa área onde estranhamente ainda não tinha entrado. A de um motor de pesquisa para código.
    Apesar de já existirem ferramentas especializadas para a procura de código, como o Krugle, até há pouco tempo era comum para um programador considerar o google a sua ferramenta mais valiosa para desempenhar o seu trabalho e isto, apesar do Google não ter nenhuma especialização na pesquisa de código.
    Uma particularidade interessante, é o facto de se poder pesquisar restringindo à linguagem de programação, licença, e de se poder usar expressões regulares, tudo para que sejamos mais produtivos.

  • Google AJAX Search API:Uma versão nova da API para criar aplicações web por cima dos serviços de pesquisa disponibilizados pela Google, e com eles, um conjunto de exemplos muito interessantes.

Talvez devido a um fluxo de energia originada pela celebração dos 8 ano da empresa, a Google continua a surpreender e a fornecer serviços que ajudam a que a navegação na internet seja uma experiência mais rica e cómoda.

quarta-feira, setembro 27, 2006

Notificações por SMS no Google Calendar

Depois de ter ficado curioso com a hipótese de ser notificado por SMS dos eventos presentes no meu Google Calendar, decidi investigar mais a fundo o assunto. Depois de mergulhar nos documentos de ajuda da Google, fiquei a saber que da parte da Google, o envio de SMS é grátis, contudo a cobrança das SMSs estás dependente da "boa vontade" dos operadores.
Melhor dizendo, sem experimentar, não seria capaz de saber ao certo, as notificações são pagas ou grátis?

Depois de conferenciar com o meu colega Ângelo Costa, o autor do blog Infor Blog, decidimos experimentar com a Vodafone a ver se essa gigante multi-nacional iria cobrar pela mensagem vinda da Google.

Depois de algumas horas de espera, o veredicto é: falhanço. A Vodafone cobrou pelo avisou. É claro que isto poderá estar dependente do tarifário usado, mas de qualquer forma, o objectivo era que fosse grátis. Claro que poderiam dizer que melhor do que grátis seria se fosse de borla, contudo, já me contentaria se fosse grátis...
Mas de qualquer forma ainda não desisti, nos próximos tempos tentarei o mesmo processo com a TMN a ver se esta é mais simpática, pode ser que desta vez seja, de facto, de borla!
Mantenham-se atentos para novidades quanto a esta experiência.

Como nota final, hoje, o meu já referido colega Ângelo faz anos, como tal não poderia deixar de lhe desejar os parabéns!

quinta-feira, setembro 21, 2006

Writely acessível a todos

Após ontem ter recebido um mail da equipa do Writely a avisar que brevemente o Writely iria estar acessível a todos os utilizadores com conta de GMail, hoje constatei que isto já era uma realidade.

O Writely é um óptimo processador de texto, ao género do MS Word e OpenOffice Writer, a diferença é que o Writely funciona no seu browser (de momento Firefox, Mozilla Suite, Sea Monkey e Internet Explorer).
Apesar de lhe faltar um bom número de opções que encontramos no MS Word ou no OO Writer, o Writely tem os seus argumentos que justificam a sua utilização.
Com o Writely, é possível exportar os ficheiros para o formato MS Word, OpenDocument, PDF, entre outros. É possível várias pessoas trabalharem no mesmo documento e compararem alterações feitas no documento ao longo do tempo e pelos diversos utilizadores.
Mas a grande vantagem é o facto de não ser necessário instalar software no computador no qual se trabalha, e não ser preciso gravar cópias visto que o documento está, em cada momento, guardado no servidor. Quer continuar em casa o relatório que começou a escrever na escola ou no trabalho? Fácil, escreva no Writely e, quando chegar a casa, continue a escrever no ponto em que ficou.
Então e "crashes" no browser? Nada de preocupante visto que o Writely vai gravando periodicamente o que vai escrevendo para que não perca nada do trabalho.

Para quem não precisar de todas as mariquices do Word, ou para quem não se quer dar ao trabalho de instalar um processador de texto, esta é uma forma cómoda de se escreverem documentos de baixa ou média complexidade.

Após a Google ter adequirido o Writely e de ter criado o Google Spreadsheat, só lhe falta um programa online equivalente ao MS PowerPoint para ter um conjunto de ferramantas para rivalizarem com o MS Office. Quem sabe se essa ferramenta não será a próxima a ser divulgada.

quarta-feira, setembro 20, 2006

Brincar com o Google SketchUp

Decidi hoje instalar o Google SketchUp, como forma de fazer uma pequena pausa no estudo de Information Retrieval ao qual me tenho submetido.

O Google SketchUp é uma ferramenta de modelação 3D que, tal como o nome indica, é usada essencialmente para coisas rápidas, rascunhos (em inglês "sketch" significa, de facto, rascunho).
Nada de interfaces complexos, com muitos butões, textos e fórmulas estranhas que possam assutar quem não vive no mundo do design.
Este ferramenta pretende ser simples, uma ferramenta para o comum dos mortais, ou quase, e pretende que seja possível chegar-se rapidamente a resultados.
Após os primeiros minutos para ambientar, lá comecei a desenhar retângulos, puxar faces, re-orientar arestas, e, em 5-10 minutos, já tinha um protótipo grosseiro, e com medidas feitas a olhómetro, da minha casa.
É essencialmente este o conceito do SketchUp, de formas geométricas planas, criar volumes e ir gradualmente aumentando a complexidade do nosso modelo.

Tenho noção de que aflorei muito superficialmente as potencialidades da ferramenta, nem sequer me dei ao trabalho de experimentar e alterar texturas para os sólidos amorfes criados por mim, mas para um primeiro contacto, a experiência é muito interessante.
É possível que, uma pessoa sem grande experiência em design consiga produzir "obras" com alguma dignidade.

Como ultima nota, fiquem sabendo que é possível com esta ferramenta desenhar edifícios e posteriormente vê-los manifestarem-se em todo o seu esplendor no Google Earth. Alguma vez pensou em como é que seria a sua casa se a visse em 3D no Google Earth? Agora é só uma questão de "puxar" volumes.
Se quiser ver o que pessoas de todo o mundo já fizeram com esta ferramenta, e submeter as suas obras, pesquise em 3D Warhouse.

sábado, setembro 02, 2006

Google Image Labeler

Como faria se quisesses pôr um bando de macacos a fazer alguma tarefa dantesca e repetitiva em seu favor?
Pagaria somas miseráveis a essa força de trabalho? Nada original, já é o que a China, a Indonésia e outros fazem...
Arranjaria uma forma divertida de fazer esse trabalho, ainda por cima de uma forma grátis? Esta forma foi a que a Google arranjou para proceder à etiquetagem da quantidade abismal de fotos que possuem, como forma de melhorar a precisão e relevância dos seus sistemas de pesquisa: o Google Image Labeler.

O sistema está desenvolvido no sentido de proporcionar divertimento, sob a forma de um jogo, ao mesmo tempo que evita os problemas que surgem quando se delega tarefas aos utilizadores: SPAM.
O sistema tem a responsabilidade de formar uma equipa de 2 pessoas que durante cerca de 1m 30s vão tentar associar palavras a uma imagem que lhes é apresentada. Só quando surgir consenso numa das palavras, é que é apresentada a imagem seguinte.
O aspecto empolgante nasce no facto de tentaremos etiquetar o maior número possível de imagens formando equipa com alguém que não conhecemos e analisando imagens com conteúdos que não sempre são óbvios.
Concluída a prova, é-nos apresentado o nome do nosso companheiro, o resultado que conseguimos obter com ele e o valor total de pontos que obtivemos.
Até agora, do pouco que experimentei, o máximo que obtive numa ronda foram 700 pontos. Mas com mais alguma genica mental e um bom companheiro, esse valor poderá provavelmente subir.

No que diz respeito à prevenção anti-spam, este sistema aparenta ser bastante eficiente visto que nunca é possível saber-se com quem iremos formar equipa e, para que o processo de spamming funcionasse efectivamente, seria necessário que ambos estivessem efectivamente a escrever as mesmas coisa. Ora, não me parece que, algum humano que esteja interessado em etiquetar uma imagem para obter uma boa pontuação vá começar a sugerir coisas como viagra, xanax ou sexo quando tem à sua frente a imagem de um pássaro.

Se por um lado esta é uma maneira fácil e barata por parte da Google para etiquetar, com a eficiência das massas, milhares de imagens, podendo não menos parecer que se estão a aproveitar das pessoas, é não menos verdade que este jogo, para além do divertimento, irá contribuir para melhor a qualidade dos resultados das pesquisas de imagem.

Concluindo, parece que existem 2 formas de pôr o ser humano a trabalhar... Através da cobiça ou do prazer. Tudo o resto está envolto num manto de diletantismo. Seremos nós feitos para ser inertes?