Mostrar mensagens com a etiqueta eu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eu. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, março 26, 2007

Airbus A380 em Lisboa


Acabei de ver, a poucos minutos, o "meu" primeiro Airbus A380 que estava a preparar-se para aterrar no aeroporto de Lisboa.


E a palavra que melhor o descrevem é: "Wow!". Este avião é incrível, é gigante, é outra coisa.
Esta é uma daquelas pequenas coisas que nos fazem ganhar o dia e que nos deixam pasmados a olhar para uma maravilhosa obra de engenharia.
Ainda bem que estava na faculdade hoje, e que há olhe para a janela (obrigado Luís).

Agora já posso dizer que vi um A380 e tu não!

Actualização: acabaram de me dizer que afinal o A380 só passeou por Lisboa, não chegou a aterrar no aeroporto de Lisboa e regressou de seguida para França. Bem me parecia que o aeroporto actual não tinha capacidade para receber aviões destas dimensões.

domingo, fevereiro 11, 2007

Eu já fui votar. E você ?

A poucos minutos atrás, com 2 riscos e 2 dobras no papel, conclui, por hoje, o meu dever cívico. Já votei no referendo sobre a despenalização do aborto.
Agora só me resta esperar pela decisão da maioria.

Agora resta saber... Você? Já votou?
Mesmo que não saiba no que vai votar ou que não o queira fazer, pelo menos exerça o seu direito (e dever) cívico.

Por isso volto a repetir, eu já votei! e você?

quinta-feira, outubro 05, 2006

Telemóvel novo

Decidi aproveitar o dia de "folga" de hoje para comprar o legítimo sucessor ao meu já defunto telemóvel.
Queria, já agora, aproveitar para referir que não sou um compulsivo utilizador de telemóvel e que, contrariamente a 99% das novas gerações, só tive o meu primeiro telemóvel quando entrei na universidade. Típica preocupação de mãe, em ter o filhinho sempre contactável.

Agora, acabado o curso, e devido a uma avaria que impede o telemóvel antigo de recarregar, é que chegou a altura de substituir o meu velhinho Sony Ericsson (T300), por um... xaram... novo Sony Ericsson, o M600i, que consiste numa prenda excêntrica (monetáriamente) de mim, para mim, numa tentativa de no processo me tornar uma pessoa mais organizada.

Ele é preto, ele é lindo, e o seu ecrã táctil um autentico divertimento. Ainda falta ver muita coisa, porque uma análise rigorosa não pode ser feita ainda sobre o efeito da euforia de uma compra.
Amanhã já mostrarei umas fotos do novo brinquedo.

quarta-feira, outubro 04, 2006

Recomeçar a pratica de Karate-Do

Após longos meses de ausência do Dojo, decidi, nos últimos dias recomeçar efectivamente a recomeçar os treinos da arte marcial que pratico: Karate-Do Shito-Ryu.

Passados meses, senti que estava mais do que na hora de recomeçar. Sentia-me a "ressacar" por aí, com vontade de bater em algo, de andar aos pontapés, e a assustar as pessoas que me eram mais próximas com golpes à queima-roupa e com atemis suaves para ver as pessoas a contorcer-se.
Estes comportamentos socialmente mal interpretados e profundamente recriminados eram uma prova da necessidade que tinha de por o meu corpo a mexer, de sentir o cansaço do esforço físico, de sentir os músculos doridos, e de entrar naquele mundo diferente onde outro grau de concentração é exigido.

Para um (suposto) informático como eu, que acaba por passar horas a fio sentado, até ficar com o traseiro quadrado, e passar a ver somente em 2 dimensões, esta arte é uma forma de estravazar energias e de manter o corpo em forma para seguir a máxima: Mente sã em corpo são.

Se é muito bom sentir agora o peso do estatuto de licenciado, em grande parte pelo sentimento de recompensa por muito esforço e sacrifícios feitos em prol do curso, uma verdade é que no ano que passou, o Karaté acabou por ser, para mim, o grande sacrifício em nome do curso.
Agora é recuperar o tempo perdido. E pelo que já constatei, fora os pormenores, ainda me lembro dos katas (espécies de coreografias de combates), só me está a custar relembrar de alguns dos nomes das técnicas, no fundo, é tudo um problema de nomes...

sexta-feira, setembro 29, 2006

Primeiro "ordenado" pós-licenciatura

Hoje tive que ir ao banco tratar daqueles assuntos burocráticos tão 'interessantes', pelo que aproveitei o balanço e, passo a redundância, fui conferir o balanço da minha conta.

Para a minha satisfacção, já tinha recebido o meu primeiro "ordenado" pós-licenciatura. Chamo-lhe "ordenado" porque na realidade não estou a receber ordenado, estou a receber bolsa de investigação pelo trabalho que estou a desempenhar no grupo de investigação XLDB da FCUL.

É bom começar a colher os frutos de vários anos de noitadas, algumas directas e de muitas dores de cabeça. Mas é provável que este dinheiro seja uma atenuante pelas futuras noitadas, talvés directas, e garantidas dores de cabeça que irei ter num futuro próximo.
Mas é bom começar a sentir uma certa independência financeira.
Agora resta decidir como não gastá-lo, sim porque, gastá-lo é o mais fácil.

terça-feira, setembro 19, 2006

Dr.'s e Engenheiros

Hoje escrevi o meu primeiro post no blog Dr.'s e Engenheiros, um post intitulado Receita de uma pós-licienciatura que explica, um pouco por entrelinhas, no que vai consistir o meu próximo ano.

O blog Dr.'s e Engenheiros é um blog, tal como o sub-título indica, dedicado ao relato d' "As aventuras e desventuras de um conjunto de informáticos após a conclusão do curso". Este blog criado por colegas meus, recebe a contribuição de um grupo maior de colegas. E como qualquer um pode lá escrever as irracionalidades que lhe apetecer, cá estou eu a aproveitar essa dádiva e a manter essa ligação com pessoas com quem percorri durante 4 anos os mesmo corredores da FCUL, com quem me sentei nas mesmas salas, com quem passei noitadas a programar, e de quem fui ajudado e ajudei.
Por isso, não deixem de espreitar que pelo menos algo de cómico há de lá surgir.

(Para os mais desatentos, o link para este blog foi recentemente adicionado na secção: Blogismos)

sábado, setembro 09, 2006

As intermitências da morte

Acabei hoje de ler o meu primeiro livro de Nobel, José Saramago, "as intermitências da morte".
Após vários alertas sobre o facto da escrita de Saramago ser confusa, sobre a anarquia na pontuação, o meu veredicto é, esses factores não são grandes entraves à leitura, direi mesmo, que não me perturbaram, para além do choque inicial. Considero mesmo a sua escrita deveras interessante, a sua associação de palavras, significados, termos, expressões.
Talvez tenha lido um livro mais fácil de ler, e de entender, do que é normal nele, ou simplesmente possuo uma mente tão confusa que é propensa à leitura de coisas confusas. Não o sei bem, terei que averiguar isso lendo outro livro do mesmo autor...

Quanto ao livro em si, tal como o título dá a entender, este baseia-se na morte, e na ausência desta. Numa primeira fase, o livro conta a história de um país longínquo, onde, a partir do primeiro dia e primeiro segundo do ano, se deixa de morrer. O autor lança-se então numa narrativa da reacção das pessoas a esse fenómeno e explora, à exaustão, as consequências sociais, económicas, religiosas, entre demais, de já não se morrer.
Numa segunda fase, e passados meses, nesse país longínquo, as pessoas voltam a morrer como sempre o fizeram desde o princípio dos tempos com a diferença de que as pessoas passam a receber um pré-aviso de falecimento para resolver assuntos pendentes, avisos esses escritos e assinados pela morte em si, a que está envolta em trapos e de gadanha na mão.
A ultima fase da narrativa centra-se sobre a morte, entidade, descrevendo a sua tarefa enfadonha e rotineira de matar, apresentando-a com um olhar mais humano do que costumamos associar à morte quando pensamos nela.

Claro que o livro contem muito mais detalhes, mais histórias, do que está aqui reduzidamente descrito, mas julgo que isto possa ser suficiente para aguçar o apetite.
Como tal, recomendo este livro a quem esteja na disposição de reflectir um pouco sobre a consequência da vida e, consequentemente, da morte, e de reflectir sobre a forma como a sociedade reage às mudanças, às adversidades. Ou simplesmente, recomando-o a todos os que gostam de ler, visto que não se pode propriamente dizer que ler não seja saudável.

Agora a única dúvida que persiste é, o que irei eu ler a seguir...

sábado, setembro 02, 2006

"And now, back to civilization. All the brightness."

Já lá vão alguns dias desde o meu regresso da santa terrinha e, como já é habitual, traz-se sempre alguma coisinha da terrinha. Umas batatinhas, umas cebolas, umas amêndoas, umas abóboras, uns presuntos et cetera... Mas este ano foi especial. Fora todos os produtos hortículos (e afins) trazidos do meio rural para a cidade, regressei com uma amigdalite bem entranhada.

Com esses germes alojados na garganta, tem sido um divertimento louco. Pouco falo, o que alegra muita gente pois vêm-se livres de ouvirem muitas teorias minhas. Mal como, algo que tem ajudado a controlar o orçamento dedicado à alimentação. Ando a saborear um cocktail de antibiótico e anti-inflamatório, algo que alegra os farmacêuticos ao verem-me consumir "deliciosos" refrescos preparados por eles. Passo entre mais 300% e mais 400% do tempo na cama, algo que faz com que a minha cama se sinta novamente amada.
Enfim muita felicidade jorra pelo facto de eu estar a lutar uma luta desigual com seres que nem consigo ver...

Mas desenganem-se, esta convalescença não será eterna, e num piscar de olhos estarei de volta para vos perturbar a todos. Contudo, o relato detalhado das minhas férias no norte será adiado até lá. Em compensação, não faltarão fotos.

segunda-feira, agosto 21, 2006

A fuga da capital

Tem uma certa piada o facto de, um dos primeiros posts que escrevo neste novo blog ser sobre a minha partida, para férias, para o nordeste trasmontano, mais precisamente para uma aldeia chamada Carção, que segundo os entendidos, é o lugar onde nasceram as tão gostosas alheiras.
Até ao final do mês/princípio do próximo, vou estar numa sessão intensiva de reabilitação, desligando-me da internet, afastando-me das praias/piscina, a respirar ar que se não é mais puro pelo menos é diferente, quebrar as rotinas do dia-a-dia e, principalmente, matar saudades da família e alguns amigos, ao mesmo tempo que se deixa algumas crispações, com amigos mais presentes, acalmarem.

Mas se pensam que, lá, vai ser só férias... desenganem-se! Já na 5ª feira de madrugada (tipo, 6h da manhã, nada de especial), vou estar a arrancar batatas. Uma actividade deveras lúdica.
Fora isso, será aproveitar para dar um pézinho da dança, conviver, comer até mais não, e enjoar de música pimba, literalmente, visto que este ano um dos artistas que vai à terrinha é o Rei, o do pimba, o grande, o fantástico, Emanuel!
Digamos que não é propriamente o estilo de música que costumo ouvir, tal como podem constatar na minha listagem de música da Last.FM na barra lateral, mas como se costuma dizer... se não os consegues vencer, junta-te a eles...

No meio das noitadas, festas religiosas e exigências familiares, hei de conseguir arranjar um tempo para recarregar as baterias e redescobrir-me. Mas mesmo que não consiga recarregar as baterias, pelo menos posso olhar para um céu verdadeiramente estrelado à noite, em nada comparável com a pobreza do céu lisboeta!
Até breve, boas férias a quem ainda tem direito a elas!