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quarta-feira, março 14, 2007

Wii shop

Apesar de quantidade de jogos disponíveis para a Nintendo Wii não ser grande, e de ainda não ter saído a maioria dos blockbusters, uma boa dose do ímpeto desta consola é a sua arca dos tesourinhos do retro-gaming.

O serviço Wii shop permite a compra de jogos de um passado por vezes já longínquo, muitos dos quais trazem uma certa nostalgia da infância. NES, Super Nintendo, Sega Mastersystem são são alguns exemplos das consolas que têm jogos nessa loja online da Nintendo para serem jogados na Wii.

Visto que a minha irmã andava a martelar-me incessantemente por um jogo do famoso Mario, e visto que o próximo jogo desse franshising da Nintendo só sair para o mês que vem, decidi experimentar esse serviço da Nintendo.

Todo o processo foi bastante fácil e demorou no máximo 5 minutos.
Gerei um número de conta virtual no MB.net, usei-o para adicionar pontos na Wii e gastei alguns desses pontos para a compra do mítico e clássico Super Mario Bros. Depois de um breve download, já estava pronto a mergulhar no passado e jogar um dos jogos que marcou a infância de muitos com a sua música e os seus saltos de plataforma em plataforma.

Apesar da Wii Shop ser estranhamente e irritantemente lento a navegar, visto que efectua um loading a cada mudança de página, quer se tenha visitado ou não, este serviço é uma joia para quem queira voltar a experimentar alguns dos jogos que mais marcaram, seja Mario, Sonic, Zelda ou qualquer outro.

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Primeiros passos nas compras online

Ainda faltavam uns minutos para as 8h da manhã quando a campainha tocou. À porta, o carteiro para me entregar uma das minhas encomendas que fiz no Amazon. Uma delas proveninentes dos Estados Unidos da América e a outra do reino da sua majestade.

Com a chegada da primeira encomenda, feita a uma semana atrás, conclui a primeira fase da minha entrada no comércio online. Vencer o receio de adquirir produtos de sítios que não vemos, onde nunca estivemos e que nunca sabemos se vão chegar convenientemente é no mínimo um bom desafio.
Contudo não pude deixar de ficar espantado. A primeira encomenda a chegar foi a que veio dos USA; tinham-me avisado que poderia demorar entre 1 e 2 meses a chegar. Devo viver num mundo alternativo pois era suposto ser a encomenda inglesa a demorar uma semana e não o oposto.

Até agora, esta experiência tem sido interessante visto que no processo aderi ao MBnet, tranquilizando assim a minha mente ao não utilizar o meu número de cartão real mas sim um número de cartão virtual.
O único problema com que me deparei foi o facto de um dos vendedores não suportar endereços com tiles (mas eles acabaram por resolver isso manualmente no dia seguinte).

Agora só me resta esperar que a outra encomenda chegue, aguardando contudo que não haja uma inversão simétrica no tempo de chegada dos pacotes fazendo assim com que a outra encomenda demore 1 ou 2 meses.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Petição pela Acessibilidade Electrónica

O governo português tem vindo a fazer um esforço para a modernização e informatização de diversos serviços. Mas como é frequente, estes serviços só são pensados para o grosso da população, as pessoas com necessidades especiais são tipicamente esquecidas apesar de existirem normas e regras que permitem dar uma maior acessibilidade a essas pessoas com necessidades especais, do momento que estes serviços tenham sido pensado e desenhado com estes em mente.

Para este efeito, existe online uma petição pela acessibilidade electrónica que pretende que os serviços electrónicos sejam planeados de forma a permitir a sua utilização até por minorias com certas limitações físicas e/ou cognitivas. Actualmente a petição já conta com mais de 5000 assinaturas.
A página da petição também apresenta com maior profundidade o contexto da petição e apresenta/explica algumas medidas que visam a maximizar a usabilidade dos serviços.

É da obrigação do governo zelar a que todas as pessoas tenham o mesmo direito às oportunidades, mesmo se possuidoras de alguma limitação física ou cognitiva. Acima de tudo os governos têm que dar um exemplo na inclusão das minorias e não implementar algo que funcione só para Internet Explorer e sentir que o trabalho está feito.

Não se pode permitir que um dos maiores objectivos da internet, o acesso à informação, seja impossibilitada por uma implementação técnica deficiente ou descuidada.

Notificações por SMS no Google Calendar 2

Já alguns meses atrás, escrevi um post que relatava a experiência de receber notificações do Google Calendar no telemóvel sem qualquer custo.
Na altura pedi a um colega meu para experimentar esta funcionalidade com a operadora dele, a Vodafone. Segundo o que me disse, as mensagens de notificação foram cobradas pela operadora.

Mas como estas coisas costumam ser muito dependentes dos caprichosos desejos das operadoras e dos seus tarifários, decidi-me a experimentar com a minha operadora, a TMN.

O processo de activação da notificação por SMS é bastante acessível. Para começar, é necessário ir a Definições > Notificações (Settings > Notifications caso tenha o interface em inglês) escolher o país, preencher o número de telemóvel e pedir para que o código de confirmação seja enviado. Poucos segundos depois, minutos no pior dos casos, deverá receber uma mensagem com um código que terá que inserir na página, no campo que diz código de confirmação.
Feito!

Agora só precisa de escolher que tipo de notificação será enviada por SMS; contudo é importante avisar que só os eventos que estão na agenda principal (a que tem o nome do utilizador) é que serão notificados. Todos os eventos em agendas complementares ou subscritas não suportam qualquer tipo de notificação.

Como nota final, aconselho a que cada pessoa, interessada nesta forma de notificação do Google Calendar, teste para ver se a sua operadora está ou não a cobrar pelas mensagens de notificação antes de investir em força e de apanhar uma surpresa desagradável no final do mês ou quando acabar o saldo.

sábado, dezembro 23, 2006

Pense alto na net... com Twitter

A web 2.0 é acima de tudo as pessoas. As suas vidas, as suas preferências, as suas amizades, os seus critérios. Esta nova geração da web tem aproveitado a crescente ubiquidade da internet na vida das pessoas, do surgir do verdadeiro modo de vida digital.

Serviços como o del.icio.us, digg, flickr, MySpace, Youtube são todos resultados de fornadas da web 2.0, cada um destancando-se na sua área e todos têm em comum uma enorme dependência nos utilizadores e em toda a informação que estes fornecem, com maiores ou menhores perigoso para a sua privacidade.


Para responder ao nosso crescente impulso de partilhar com o mundo (online) as nossas vidas, foi criado o Twitter. Weblogs são bons para capturar pensamentos, eventos que se destaquem, para informar, mas o que o Twitter pretende é que, se comente sobre o que se está a fazer naquele preciso momento, não importa o que, não importa como. Basicamente, uma forma de relatar pensamentos soltos, actividades mundanas e triviais, de relatar o que nos apetecer.

De facto, à primeira vista, parece ser algo muito interessante para as pessoas que gostam de, digamos, observar a vida das outras.
Mas antes de acharem um completo disparate, sugiro que leiam uma descrição do Twitter de um amigo, que tem usado o serviço. Poderá eventualmente revelar-se menos oco e fútil do que parece à primeira vista.

sexta-feira, outubro 06, 2006

Chuva de novidades da Google

Nas ultimas duas semanas, a Google parece concentrada em mostrar trabalhar, oferecer coisas novas, um pouco como os políticos uns meses antes das eleições. Ao longo de estes dias, foram revelados novos serviços, face-liftings, acrescentos de funcionalidades, etc, com impacto para interessar um vasto leque de pessoas, e desta vez também para os programadores.

  • Google Reader: Muito redesenhado, o que permite ter um aspecto muito mais atractivo. Novas funcionalidades que facilitam a inclusão de novas subscrições, mais fácil partilha de notícias, e 2 opções de leitura de notícias (expandidas ou lista), entre outras. Por outro lado, tenho constatado que o sistema de etiquetagem das notícias (tagging) em muitos caso já não vai mostrando a lista de opções disponíveis à medida que se vai teclando, e quando ocasionalmente mostram, esta aparece no fundo da página desconexa da área da notícia.
    Uma ligeira regressão, que contudo não mancha a qualidade da actualização.Se for dos que preferia o aspecto anterior, a Google foi simpática ao ponto de permitir ao seus utilizadores reverterem para o aspecto anterior.

  • Google Groups:Esta quarta-feira, a Google lançou uma versão beta do seu novo sistema para grupos de Usenet, o Google Groups beta. O Google Groups era um dos serviços que mais precisava de um redesenho, muita informação condensada, a listagem das notícias eram irregulares, etc. Com esta nova versão, é possível alterar o aspecto do Google Groups com esquemas de cores diferentes, a gestão dos elementos do grupo é mais fácil e não requer tantos passos.
    Fora estas alterações de aspecto e de reorganização de interface, esta nova versão orienta o serviço mais numa direcção de um portal colaborativo para grupos. É possível criar páginas vinculadas ao grupo, uma espécie de Wiki, e agora já é disponível uma quota para a partilha de ficheiros dentro do grupo.
    Se o redesenho não bastasse, a inclusão de funcionalidades colaborativas extras transformam uma solução convincente para grupos.

  • Google Calendar: Agora é possível incluir informações como condições atmosféricas e fases lunares no calendário.

  • Google Talk: Aqui pouco a dizer, a não ser uma pequena alteração na política da Google mas que tem um impacto significativo. Agora o Google Talk já pode ser usado por quem possua mails que não sejam da GMail. Uma abertura do serviço.

  • SearchMash: Apesar de este site não ter nada no nome que indique alguma relação com a Google, ele pertence, de facto, à empresa dos 2 'o's.Este site parece ser a "caixinha de areia" da Google, o sítio onde fazem experiências no que diz respeito ao seu motor de busca, se bem que, aparentemente, estas se limitem à interface.
    Uma visita interessante, se considerarmos alguns dos pormenores presentes, tais como a reordenação dos resultados por parte do utilizador.

  • Google Accessible Search: A esta variação do motor de busca, dedicado a oferecer a maior acessibilidade possível a todos os utilizadores, sejam eles invisuais ou não, foi acrescentada a opção de pesquisa avançada para se aceder a opções de pesquisa mais minuciosas.

  • Google Gadgets:Os gadgets são pequenos componentes de javascript, e afins, que fornecem funcionalidades de relógios, calendários, jogos, notícias de diversos sites, uma listagem de mails, e mil e uma coisa. Estes gadgets são usados pelas pessoas que possuam a Homepage personalizada do Google onde podiam embutir estes gadgets na sua página.
    Agora, a Google disponibiliza esses gadgets para serem incluidos em qualquer página web.

  • Google Notebook: Adicionados um conjunto de funcionalidades a este serviço de anotações, tais como possibilidade de compartilhar "livros" de anotações.

Contudo, tal como já tinha dito, também existiram novidades interessantes para os programadores.

  • Google Code Search: Com esta ferramenta, a Google entra numa área onde estranhamente ainda não tinha entrado. A de um motor de pesquisa para código.
    Apesar de já existirem ferramentas especializadas para a procura de código, como o Krugle, até há pouco tempo era comum para um programador considerar o google a sua ferramenta mais valiosa para desempenhar o seu trabalho e isto, apesar do Google não ter nenhuma especialização na pesquisa de código.
    Uma particularidade interessante, é o facto de se poder pesquisar restringindo à linguagem de programação, licença, e de se poder usar expressões regulares, tudo para que sejamos mais produtivos.

  • Google AJAX Search API:Uma versão nova da API para criar aplicações web por cima dos serviços de pesquisa disponibilizados pela Google, e com eles, um conjunto de exemplos muito interessantes.

Talvez devido a um fluxo de energia originada pela celebração dos 8 ano da empresa, a Google continua a surpreender e a fornecer serviços que ajudam a que a navegação na internet seja uma experiência mais rica e cómoda.

quinta-feira, outubro 05, 2006

Telemóvel novo

Decidi aproveitar o dia de "folga" de hoje para comprar o legítimo sucessor ao meu já defunto telemóvel.
Queria, já agora, aproveitar para referir que não sou um compulsivo utilizador de telemóvel e que, contrariamente a 99% das novas gerações, só tive o meu primeiro telemóvel quando entrei na universidade. Típica preocupação de mãe, em ter o filhinho sempre contactável.

Agora, acabado o curso, e devido a uma avaria que impede o telemóvel antigo de recarregar, é que chegou a altura de substituir o meu velhinho Sony Ericsson (T300), por um... xaram... novo Sony Ericsson, o M600i, que consiste numa prenda excêntrica (monetáriamente) de mim, para mim, numa tentativa de no processo me tornar uma pessoa mais organizada.

Ele é preto, ele é lindo, e o seu ecrã táctil um autentico divertimento. Ainda falta ver muita coisa, porque uma análise rigorosa não pode ser feita ainda sobre o efeito da euforia de uma compra.
Amanhã já mostrarei umas fotos do novo brinquedo.

quarta-feira, setembro 27, 2006

Notificações por SMS no Google Calendar

Depois de ter ficado curioso com a hipótese de ser notificado por SMS dos eventos presentes no meu Google Calendar, decidi investigar mais a fundo o assunto. Depois de mergulhar nos documentos de ajuda da Google, fiquei a saber que da parte da Google, o envio de SMS é grátis, contudo a cobrança das SMSs estás dependente da "boa vontade" dos operadores.
Melhor dizendo, sem experimentar, não seria capaz de saber ao certo, as notificações são pagas ou grátis?

Depois de conferenciar com o meu colega Ângelo Costa, o autor do blog Infor Blog, decidimos experimentar com a Vodafone a ver se essa gigante multi-nacional iria cobrar pela mensagem vinda da Google.

Depois de algumas horas de espera, o veredicto é: falhanço. A Vodafone cobrou pelo avisou. É claro que isto poderá estar dependente do tarifário usado, mas de qualquer forma, o objectivo era que fosse grátis. Claro que poderiam dizer que melhor do que grátis seria se fosse de borla, contudo, já me contentaria se fosse grátis...
Mas de qualquer forma ainda não desisti, nos próximos tempos tentarei o mesmo processo com a TMN a ver se esta é mais simpática, pode ser que desta vez seja, de facto, de borla!
Mantenham-se atentos para novidades quanto a esta experiência.

Como nota final, hoje, o meu já referido colega Ângelo faz anos, como tal não poderia deixar de lhe desejar os parabéns!

domingo, setembro 17, 2006

A incompetência tecnológica do jornal "Metro"

Já se tornou um ritual para muita gente, de manhã, o gesto de ir buscar um jornal "Metro" à saída do metro, do comboio, etc.
Para os mais desatentos, o jornal "Metro" é um dos 2 jornais grátis com mais leitores (o outro sendo o jornal "Destak"), e sendo grátis e distribuído em locais estratégicos torna-se evidente que as pessoas o procurem para se entreterem durante os "tempos mortos" nos transportes.

Ora se não podemos estar à espera da mesma qualidade de notícias como num jornal Público ou Diário de Notícias, a verdade é que, para uma pessoa interessada em tecnologias ,e com uma licienciatura recente em informática, as notícias sobre tecnologias nesse jornal são uma autêntica barbaridade. Incompletas, parciais, imprecisas. Enfim, o normal na maioria do jornalismo nacional sobre tecnologia.
A culpa não é directamente do jornal, visto que esta secção está a cargo de uma equipa de supostos profissionais na área, a equipa do Máquina de Escrever.
Ora aqui fica uma breve apresentação, que até seria capaz de convencer os mais incrédulos:

"A Máquina de Escrever é composta por jornalistas especializados nas áreas dos videojogos, tecnologias e entretenimento. Formamos uma equipa redactorial experiente que tem sido responsável durante vários anos pela produção de conteúdos de referência no sector. Ao longo do nosso percurso profissional, adquirimos a capacidade e a sensibilidade necessárias para adequar os temas da nossa especialidade aos mais variados tipos de públicos."

Dito isso, e depois de tanto retalhar a casaca sem aparente fundamento, vou justificar o motivo de todos os meus protestos.
A notícia que me levou a escrever este protesto foi a notícia de segunda feira com o título "Podcasting, a última moda". Ora começa mesmo bem, onde é que eles andaram a hibernar? Desde quando podcasting é a ultima moda? Os podcasts já ultrapassaram a época de serem moda, actualmente já fazem parte do modo de vida digital de muita gente, mas já explico essa parte num instante.
Eles até começaram a explicar bem, que os podcasts são ficheiros de música (tipicamente em mp3) que são distribuídos pela internet e que muitas vezes estão preparados como se fossem rádios online, só que, ao contrário dessas, descarregamos a emissão para o computador. Continuam, falando de alguns sítios no qual podemos encontrar e subscrever a podcasts, contudo esqueceram-se de um dos mais importantes, o iTunes.
A partir deste momento, o rigor relativo da notícia desaparece.
"Alguns leitores digitais multimédia começam também a incorporar funcionalidades que permitem aceder ao podcasting"
esta frase da a entender que só recentemente é que os leitores de mp3 é que têm vindo a suportar os podcasts, mas reparem bem no nome, Pod + Cast, ou seja, iPod + Broadcast (que inglês significa emissão/difusão, e.g. rádios). O podcasting surgiu com o iPod, o qual não se pode dissociar de esses famosos leitores de mp3. Se outros só agora começam a suportar já é outra história, mas visto que este fenómenos nasceu com o leitor de mp3 mais famoso do mundo, o iPod, esta afirmação é no mínimo, imprecisa.
Uma pessoa poderá eventualmente amenizar as coisas dizendo, "enfim, pode ter nascido com o iPod, mas sendo algo recente, pode ser normal o engano".
Ora aqui surge outro erro crasso da parte deles. Afirmam que,
"A Apple lançou recentemente uma actualização grátis para o programa iTunes..."
mas se por recente considerarem o outono de há 2 anos atrás, então sim é recente.
O suporte para Podcast em iTunes apareceu com a versão 4.9 do programa. Na semana passada, foi lançada a versão 7.0. Mais, o podcasting já existia antes do seu suporte no iTunes, através do uso de outros programas, mas foi só com a sua inclusão no iTunes que o seu uso se generalizou. Nesse momento é que surgiu a febre, não agora. Eu, em particular, já ouço podcasts há 2 anos, e se bem que em Portugal as coisas demoram a chegar, o podcasting já é usado com alguma extensão há já algum tempo.

É triste ver que pessoas que se consideram profissionais, e que são pagas, descrevam notícias tão falaciosas. Não sei se eles têm a noção das mentiras que escrevem ou será pura incompetência, mas só apetece dizer: "Man, acorda para a vida! Nem os ursos hibernam 2 anos!".

Preparem-se para mais posts do género porque este não foi a primeira vez que encontrei notícias deles imparciais, incompletas ou imprecisas, e garanto-vos que se irão repetir! "Stay iTuned"...