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segunda-feira, fevereiro 19, 2007

"Coca-Cola" open-source

Quem disse que o open-source só dava para software?

O OpenCola é um tipo de (Coca-)Cola que tem como particularidade o facto da receita e do modo de preparação estarem diponíveis e de serem gratuitos. A receita e o modo de preparação estão na licença GPL, ou seja, qualquer pessoa é livra de alterá-los do momento que publiquei e distribua estas alterações à comunidade.
Uma receita de refrigerante feita segundo os princípios da comunidade open-source, só não experimenta e melhora que não quer.

Para mais informações:
OpenCola no Wikipedia
Receita e modo de preparação [pdf]

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Tumba/Tomba na revista Visão

Depois de no passado mês de Novembro, o motor de busca Tumba! e arquivo online Tomba terem aparecido na primeira página do jornal Público, desta vez estes sistemas voltaram a ter destaque mediático ao aparecerem na edição da semana passada da revista Visão.

É bom ver que o trabalho desenvolvido pelo Daniel Gomes, enquanto membro do grupo de investigação XLDB, mais do que os prémios consegue ganhar o interesse dos jornalistas portugueses e assim dar realce à tecnologia desenvolvida em Portugal.

sábado, janeiro 27, 2007

A Guerra do Software

Basta acompanhar um mínimo a informação que circula na internet relativamente ao software para se saber que está área é um campo de batalha assustador, com vencedores e vencidos, avanços e recuos, propagando e afins.

Como todos preferimos que nos façam um desenho, o site Software Wars disponibiliza um mapa desta guerra de software, centrando a sua visão sobre o império da Microsoft. Todos os grandes intervenientes encontram-se representados: Apple, Google, IBM, Mozilla, ...

Visto que estão presentes versões mais antigas do mapa, é também bastante interessante ver a evolução do campo de batalha ao longo do tempo, e ver se o grande império se mantem inabalado ou não.

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Garantias que desaparecem

O Natal já passou e muitos de nós receberam telemóveis, iPods, computadores, consolas ou qualquer outro aparelho electrónico sujeito a fatídicas avarias. Felizmente existem as garantias. Certo?

Nos últimos tempos, um conjunto de lojas (e.g. Fnac) têm passado a considerar o recibo de compra do aparelho como garantia do mesmo. Não existem dúvidas que isto facilita a vida de todos; dos consumidores por não terem que ir de propósito à loja para assinar a garantia depois dos 15 dias úteis de experiência terem acabado, da loja para não desperdiçar recursos para tratar da burocracia das garantias.

Contudo existem um pequeno pormenor em todo este processo que pode complicar em muito a vida dos compradores, beneficiando no processo as lojas. Durante as compras de Natal, uma funcionária da Fnac recomendou-me que tirasse fotocópia do recibo/garantia porque parece que a tinta tem a "irritante" mania de desaparecer com o tempo. Ou seja, podemos ter 2 anos de garantia, mas estamos condicionados pelo facto da tinta poder desaparecer do pedaço da garantia antes dos 2 anos estarem concluídos. Contrariamente ao que alguns podem pensar, uma folha de papel em branco não serve de garantia...

Por isso, aqui fica o aviso, cuidado com as garantias porque parece que as lojas andam a tentar poupar dinheiro usando "tinta invisível" nas facturas. Poupam na tinta, poupam nas reparações. É só facturar...

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Como era o "Alt+Tab" em 1588

Obviamente que em 1588 ainda não existiam computadores e que, como tal, o atalho para trocar de janelas não tinha motivo para existir.
Mas em 1588, o engenheiro italiano Agostino Ramelli inventou uma mesa de leitura rotativa que, tal como podem constatar na imagem seguinte, consiste no modelo físico do conceito do "Alt+Tab" inventado "uns" séculos depois.


Possivelmente inspirado no trabalho deste italiano, a Microsoft desenvolveu, para o Windows Vista, um sistema (pouco útil e devorador de recursos) denominado Flip 3D. Esta aplicação permite alinhar e percorrer as janelas de uma forma rotativa com efeitos 3D interessantes.

domingo, dezembro 03, 2006

Alarme de incêndios anti-partidas

Toda a gente conhece a mítico truque, hollywoodesco, de activar o alarme de incêndio para interromper as aulas, criar uma diversão ou fugir de assassinos sanguinários.

O que não sabem é que em 1938 foi criado um alarme de incêndios que dissuadia os falsos alarmes. Neste dispositivo, para se conseguir activar o alarme, a pessoa tem que passar a mão por um compartimento especial no qual, após activar o alarme, esta passa a ficar algemada.


Sem dúvida que este sistema previne que os "terroristas" com acne consigam activar o alarme e fugir, safando-se da merecida "recompensa" pela partida. Contudo, não me parece muito entusiasmante uma pessoa activar o alarme e ficar alegemada enquanto tudo à volta... arde. O altruísmo, o sacrificar-se por outrém não me parece estar muito na moda.

Eis o intelecto humano no seu melhor.

segunda-feira, setembro 25, 2006

Porquê o termo "cookie"?

Hoje voltou a atacar-me uma pergunta que já é recorrente e que influcência a minha navegação na internet. Porquê é que os "cookie"s se chamam "cookie"? (perdoem-me pela redundância)

Os cookies são pequenos excertos de texto enviados pelos servidores HTTP aos browsers, os quais são enviados de volta ao servidor cada vez que se volta a aceder ao servidor. Os cookies são frequentemente utilizados para efectuar autenticações, manter dados do utilizador como preferências, ou para rastrear a navegação do utilizador.

Mas perturba-me o facto de, a esse pedaço de informação, lhe darem o nome de bolo (ou biscoito), que é o significado de cookie em inglês. Qual é o motivo para o uso de este termo?
Do que pude averiguar, os cookies usados na web foram-se inspirar nos magic cookies, um termo muito usado na computação no mundo UNIX. Os magic cookies são tipicamente marcadores ou pequenos pacote de dados trocados entre programas, os quais não são interpretados nem têm sentido para o programa que os recebe, só se limita a entregá-los de volta ao outro processo quando pedido.
Este processo é um pouco como os guarda-roupas nas discotecas, entregamos o nosso casaco, devolvem-nos um pequeno marcador numerado. Quando devolvemos o marcador, é-nos devolvido o nosso casaco. O número no marcador é-nos indiferente, só nos interessa o facto que ao entregá-lo conseguimos reaver o casaco.

Apesar do que descobri, a pergunta persiste... Porquê o termo "cookie" ?!